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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Domingo Sombrio

O domingo é sombrio
As minhas horas sem sono
Queridas as inúmeras sombras
Com as quais convivo
Pequenas flores brancas
Não te acordarão
Não onde o treinador negro
Da dor te levou
Os anjos não pensam
Em te devolver jamais
Será que eles ficariam zangados
Se eu me juntasse a ti?

O domingo é sombrio
Passados nas sombras
O meu coração e eu
Decidimos acabar com tudo
Daqui a pouco haverão flores
E orações que dizem saber
Mas não os deixem chorar
Deixem saber
O quão feliz estou por partir
A morte não é um sonho
Pois na morte eu te acaricio
Com o último suspiro da minha alma
Eu te abençoarei
Domingo sombrio

Sonhando
Eu estava apenas sonhando
Acordo e te encontro dormindo
No fundo do meu coração
Querida, eu espero
Que o meu sonho nunca te persiga
O meu coração está te dizendo
O quanto eu te quero
Domingo sombrio
Domingo sombrio

- Ferdinandi

Flor branca ao centro

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

O Paraíso e a Prisão

Dentro da minha mente, a maior jaula, grande como o universo.
Deuses e demônios habitam meus pensamentos. Estendo minhas mãos e
Alcanço as nuvens, o meu salto chega ao infinito do céu.
Será que ainda expulsam do paraíso os que sentem desejos?
Pois, a intensidade do desejo e que nos leva a fé.
Será que ainda expulsam do paraíso os que sentem desejos?
Bênçãos e maldições, em minha mente, são irmãs.
O sofrimento abre as portas para o amor, e o amor o sopro para a vida, e a vida sem a dor, não se faz sentir.
A dor é esposa, o amor é a amante.
Habitam os vivos e os mortos, enxergo na escuridão, o negro da vida, na luz, o brilho da morte.
Vem comigo, prova do fruto proibido, vamos fugir. O paraíso é uma prisão.

- Luis Fernando Lançoni


Sombra sob mão segurando grade
Imagem Ilustrativa



quinta-feira, 6 de outubro de 2016

O Culto dos Amantes da Lua

Você sabe por onde tenho andado.
Você sabe quem ouvido os meus segredos.
Você sabe sobre o que estou falando.
Eu não me sinto só!
Eu não me sinto só!
Tenho seguido o rastro, o rastro das almas perdidas.
E você se sente só!
E você se sente só!
Então, garota, conheça o culto dos amantes da lua, oculto dos amantes da lua.
A vida e a morte.
Não existem segredos, quando a lua sorri.
As estrelas iluminam a noite e, sob o doce luar,
nossas almas brindam o fim, nossas almas brindam o fim.
E você se sente só!
E você se sente só!
Então, garota, conheça o culto dos amantes da lua, oculto dos amantes da lua.

- Luis Fernando Lançoni

Homem em barco sob o luar
Imagem Ilustrativa


sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Exílio

Minhas mãos tentam me livrar,
Pregos e cruzes causam tanta dor,
Em meus olhos lágrimas de sangue.
Quando estou ao alto, vejo a vergonha dos homens.
Quando estou a baixo, vejo a vergonha de Deus.
Meus pés não pisam o chão,
Minha mente alada.
Sou o que voa sem rumo, sou o que voa sem rumo.
Minhas asas incendeiam.
ícaro não foi um anjo, tampouco foi um homem.
Minha morada - o exílio.
O pecado doce mel.
Quando estou ao alto, vejo a vergonha dos homens.
Quando estou a baixo, vejo a vergonha de Deus.

- Luís Fernando Lançoni

Icaro despencando dos céus
Fallen Icarus by phamngocthang

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Lágrimas da Noite

Lágrimas caem enquanto a noite
Espalha o teu encanto,
Enquanto a noite cura as feridas.
Antes do sol nascer, todas as dores terão partido.
Não se esqueça que os anjos visitam os teus sonhos
E que teus pesares serão leves como pluma
O abismo do medo não irá se alimentar
De suas leves esperanças.
Os anjos estarão aqui nesta noite
Lágrimas caem enquanto a noite
Espalha o teu encanto,
Alegra-te pois não estará sozinho
Os anjos estarão ao seu lado
Teus ombros serão cobertos
Por manto divino,
Terá os teus olhos o brilho da esperança
Teu sorriso será belo
E andará pelas montanhas das dores
Pelos vales sombrios.

- Luís Fernando Lançoni

Homem sozinho em floresta escura
Imagem Ilustrativa

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Eternas Lembranças

Ensine algo aos teus filhos
Diga a eles que Davi venceu Golias,
Não trajava armaduras de ouro,
Não usava espadas de duro metal,
Davi venceu Golias,
Vestia trapos e tinha em punho uma pedra.
Pedra de tiro certeiro.
Não deixe o ouro guiar os teus passos,
Pois teu peso é severo,
Teus braços não irão suportar.
Segue leve como os flamingos
Voando rumo ao sol.
Ensine algo aos teus filhos
Os dias passam
Cada vez mais caminhamos
Para o último de nossos dias.
Não espere ser o último à partir
Permita que chorem por você,
E que as tuas histórias vivam  para sempre
Que teu sorriso não morra
Porque para alguns
Serão boas e eternas lembranças.

- Luís Fernando Lançoni

Davi levantando a cabeça decepada de Golias
David and Goliath by Trevone David

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Azul, Violeta, Vermelho e Verde

Azul, violeta, vermelho e verde.
Cores que colorem tantos amores preenchidos
em doses plenas do sentido da alma.

Azul brilho de azul,
voa livre e solto,
não quer comparação,
simples sentido,
doce sonido.

Quem quer violeta?
Escuta a paz e então beija emoções,
vibra alto na ponta do arco-íris.

Sangue de vermelho,
brota da terra,
cota ou mesmo velha,
símbolo de bravura,
som puríssimo da força.

Cresce verde e deixa a chuva te tocar.
Amanhece com sono,
com o ninar da manhã,
verde como te quero verde.

Desabrocha em caules maduros
de florestas virgens e delgadas,
patamares de lendas descoloridas,
somente reluz alto na dádiva do campo.

Lendas de fontes inesgotáveis,
colorindo tristezas,
traços de vidas,
e de clarões.


- Sergio Eduardo Del Corso



quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Desabafo à Sociedade

"Formou Deus o homem, e o pôs num paraíso de delícias; tornou a formá-lo a sociedade, e o pôs num inferno de tolices." (Viagens na minha terra - Almeida Garrett).
O fato de que o homem vê o mundo por meio de sua cultura e considera seu modo de vida como mais correto, nada mais é do que etnocentrismo, o grande responsável por conflitos sociais na maioria das vezes.
Em nossa sociedade, a “indústria cultural” (mídia) frequentemente nos fornece exemplos de etnocentrismo, mostrando o modelo de vida mais “correto” e estabelecendo um padrão que você “deve” seguir, se quiser ser aceito. Isso acaba manipulando muitas pessoas que tentam se encaixar nesse padrão e, muitas vezes, deixam de ser e crer em seus próprios costumes.
“Rotulamos e aplicamos estereótipos através dos quais nos guiamos para o confronto cotidiano com a diferença.”
Esse julgamento a priori serve como um carimbo. Uma vez “carimbada”, a pessoa jamais será avaliada pelas suas qualidades individuais, apenas pelo seu rótulo. Infelizmente isso acontece praticamente o tempo todo.
Tem muita gente tatuada por aí com muito mais conhecimento letrado e valores éticos do que aquele cara “bonitinho e engravatado” que você acabara de contratar. Poucos enxergam isso, poucos vão além das aparências. Muitos julgam sem antes conhecer, simplesmente por ser mais fácil estereotipar, com a sua visão etnocêntrica de “meu modo de vida é certo, o seu não”.  Acontece que...  Não existe certo e errado! Existem diferenças culturais, pontos de vista diferentes. O ideal seria que todos respeitassem os diferentes modos de vida, seria considerar o mundo do ponto de vista do outro, tentar entender, deixar de tomar sua própria cultura como medida para julgar o outro, ou seja, relativizar.
Só espero que ninguém deixe de viver como quer, por medo dos julgamentos da sociedade. Todos nós temos o direito à liberdade de expressão. Pare para pensar se você vive para si ou se vive para a sociedade. Você prefere viver no padrão ou viver feliz consigo? Se você morrer hoje, vai estar satisfeito com quem foi? Reveja seus conceitos.

- Clara Brunetti

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

O Beijo da Desilusão

O beijo da desilusão, fez estraçalhar
Um milhão de sorrisos perdidos
Em uma noite em que a lua engoliu o céu
Ao sabor de um velho vinho, azedo como vinagre
E as bruxas sangram os seus pés, dançando ao redor do fogo
Música da desgraça humana, do pranto dos mortais
Do pranto dos mortais.

- Ferdinando

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Os Passos da Bailarina

Seus dedos bailavam como se tocassem instrumentos imaginários, e talvez realmente o fizesse, pés flutuando, olhos cerrados. Decerto visitava um de seus mundos particulares. Caso pudesse defini-la em uma característica principal - permita-me ou não, o farei -, diria que é cárcere da própria ilusão. Flores nascem em seu peito num único gesto doce, que é sua morte também. A moça baila num romance e sobrevive nele, ainda que esteja fadado ao fracasso, ainda que ela seja o borrão de tinta que pinta o final. Seria, talvez, causadora do próprio mal, a destruidora de seu mundo, e de outros também. Quem a via tornava-se cárcere da doçura que transitava livremente no assoalho de madeira. Sequer imagina que há tantos observadores da cena se julgando oniscientes, tão transparente se parece. Ou talvez saiba e ri de cada espectador assim que a cortina se fecha. A bailarina se parece com o personagem de um livro que ainda não foi escrito, é certo que não recordo de nenhum capaz de se encaixar em passos milimetricamente ensaiados para parecerem naturais. Dança como se fosse uma dessas pessoas que precisam do amor para sobreviver. Na falta de um, o inventa. Como se dispusesse das palavras além do papel.
De tanto imaginar, escreve em passos de dança. De tanto escrever, se guia pelas palavras que lhe invadiam o âmago, então acreditava. De tanto acreditar, vivia - ainda que dentro de si -, e assim por diante. A verdade é que cada etapa era um passo para o abismo. Foram tantos os abismos que o último passo era dado com os braços abertos.
- "Algum dia" – pensava – "algum dia voarei" – e mergulhava na escuridão.
A plateia aplaude em júbilo.

- Maia

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Sem Título

Depois do silêncio fica o eco das palavras perdidas.
Ali, quando tudo o que não foi dito finalmente pede passagem, bem ali há o ponto que impede a continuação. No exato local em que é possível sentir a mão invisível que te prende. Onde o arfar não é mais ouvido e o esfregar de mãos vazias é inevitável. Há uma silhueta que não sai da vista e lágrimas nos olhos. Tanta vida não vivida em plenitude.
Note, as pessoas na rua sempre tem algo a esconder. Seus crimes hediondos foram passionais e juvenis, das cartas rasgadas às chamadas não atendidas. Piores são aquelas que sequer fizeram a ligação. Não é problematização suficiente que explique todas as fugas, a maioria sequer recorda o motivo, apenas sabem que um elo foi quebrado e não há mais conserto.
Eu vejo pessoas partidas sendo inteiras com tudo que tem, e é bonito como um soldado ferido que continua a lutar. Eu me vejo moída no escuro do quarto e completa no espelho. Há um silêncio que me permite sentir em plenitude que nada jamais será total, o recuso como quem finge que jamais teve sequer uma noite insone por pensar demais. Mantenho-me na multidão para ter certeza de que todos vivem bem entre bandagens e cicatrizes, parece altruísmo, mas é egoísmo barato, não quero ser só no ato de ser só.
Sinto que sou inteiramente metade ou menos do que isso. Minha contradição me mantém sã, uma desculpa para ser o que me resta, seja lá o que for. Ainda não sou capaz de me ver por completo. Que assim seja por mil anos, me compreender seria desistir. Que seja assim até amanhã, esperança é bonita, mas dói tanto quanto a tristeza que a acompanha.
Não espere o tempo acabar para mudar uma vida.

- Maia

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Voltas do Mundo

Se minha biografia amorosa fosse escrita, o autor seria Hitchcock.

Frio e entediado.

Viciado em ironia, quase como um remédio diário usado para combater a frustração.

Amores, aqueles, que vêm e duram até a eternidade, eterno por uma semana ou dois anos.

A minha certeza de ter o controle sobre tudo era quase arrogante.

Uma tentativa de independência.

Mas não existem razões para coisas feitas pelo coração.

É Renato... Seu subversivo, seu maluco "seu" sábio.

Aquela troca de olhares, o convite para o café .

Aqueles olhos azuis, aqueles olhos...

Um beijo e de novo me vi naquela situação que pensei ser eterna.

Pasmem! Eu não estava no controle.

Uma marionete seduzida por aqueles olhos azuis, uma feição angelical com um gênio demoníaco.

Meses se passaram, promessas que nunca havia feito e atitudes que nunca havia tomado.

Sacrifiquei meu orgulho, paguei meus pecados, fui substituído.

Falava sozinho, arquitetava conversas de reencontro, imaginava nossa viagem de lua de mel.

Mesmo sabendo que nunca mais seria minha, qualquer assunto uma esperança me arrancava gestos humilhantes.

Era sádico, era gostoso.

Meus conflitos ou meus demônios?

Talvez apenas meu ser...

Aquele desejo de suicídio após cada frustração.

Estava sendo castigado?

Por sorte ou azar o meu inverno chegou.

Agora é pra valer.

Frio e entediado.

Viciado em ironia, quase como um remédio diário usado para combater a frustração.

[...]

Aqueles olhos castanhos, aqueles olhos...

- J.A 

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Fui Joio e Voltei Trigo

O que eu sentia naquele banco, nem com mil palavras eu poderia descrever, algo me apertava a alma e me dizia que levantasse. Meu coração acelerou-se como se eu estivesse à beira de um ataque, minhas pernas estavam bambas e tremiam feito duas finas varas de bambu sozinhas ao vento, minha cabeça, aérea, parecia estar no topo daquele prédio. Eu apenas implorava para que não fosse a minha hora.
Já cansado de todo meu esforço espiritual, tentando resistir à vontade de ir até lá, deixei-me às vontades das sensações que me tomavam. Minhas pernas então, contra qualquer instinto que eu já tivera, enrijeceram-se e começaram a caminhar. Era como se um fantasma me dominasse o corpo e me fizesse apenas caminhar, me sentia uma marionete à mercê dos fios que lhe guia.
Quando me deparei com a água da pia batismal, declarei que não era minha hora, rejeitei ao Senhor e Sua bênção. Pedi a Deus que esperasse o meu tempo, pedi que me poupasse da salvação, mesmo que por enquanto.
No momento em que meu corpo entrava na água gelada pelo frio de agosto, declarei a Deus que naquele momento, Ele me matava. Declarei a Deus que se me lavasse de todos os meus pecados, perderia de vez a minha alma. Disse a Ele que no instante em que eu pisasse fora da igreja, me entregaria a todos os tipos de vícios, me deleitaria nos braços de todas as mulheres e também nos braços de homens, jogaria a mim mesmo na sarjeta, declararia repúdio ao Seu nome. Blasfemaria e exaltaria Satã.
Depois que levantei das águas, nada do que prometi a Deus fazer me foi possível, no instante em que pisei no degrau da pia batismal, ouvi uma voz forte e grave:
- "Você conhece o seu tempo?"
No momento em que sai, renascido e puro, de dentro daquela pia, nada me foi possível fazer. Apenas ouvi a música que se cantava dentro daquela igreja de teto branco abobadado, durou meia hora, do meu tropeço ao encontro do chão, ainda assim não foi possível nem mesmo um pensamento que me desviasse dos propósitos do divino.
Nas águas entrei joio, delas saí trigo, limpo e maduro, então, por Deus fui colhido.

- Wendy Cho

domingo, 22 de junho de 2014

Abra seus olhos

Dorme...
Dorme...
Dorme...
Dorme...
Dorme...
Dorme...
Dorme...
Dorme...

Agora você acorda!

E vê que só tem aquela ramela grudando.
Seus olhos gordos de porco, cheios de lavagem.
Daquelas coisas imundas que você vê, ou que finge que não vê, no seu cotidiano mesquinho e insignificante.
Vivendo como um animal preso num curral, jogado na merda oferecida pelo sistema, que impõe regras e métodos, só nos engordando para esperar o dia do abate.

Boa noite, sai da ilusão

Abra seus olhos

- Cósmos

domingo, 15 de junho de 2014

Veludo

Era fino e liso o tecido, a pele esquentava cada vez mais a obsessão era tanta que não importava quem estava embaixo. O importante era estar ali. Me passavam varios nomes na cabeça exceto o seu. Você pede para que eu permaneca mas não convenceu. O meu ego é tão grande que preencheu o vazio que você ocupava não faz falta, nunca fez e nunca fará sempre foi e sempre será: só eu.

- El Dr. Rios Eguo

sábado, 7 de junho de 2014

Best at Something

Just being the best at being alone
It sucks sometimes
Not all the time 
Sometimes is even better
It's easier to think
If there's no one to put their stupid lives in the way

- Tim 

quarta-feira, 26 de março de 2014

Vala

Quantas mascaras
Eu terei de acreditar
Em quais dessas valas
devo eu enterrar

Até que sufoque
O meu coração
E nunca prorrogue
o sofrimento de viver em vão

- El Dr. Rios Eguo

quarta-feira, 19 de março de 2014

Risco de Giz

É risco de giz, no asfalto.
Abaixo de uma nuvem carregada.
A chuva levou de mim,
O que eu nunca fiz questão de ter.

Se ser feliz é de fato
Uma meta a ser alcançada,
A curva me levou ao fim
Do que eu nunca fiz questão de ser.

Sempre Trasteando.

- El Dr. Rios Eguo

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Meus Olhos

Você não pode me ver

Nem mesmo de muito perto

Você nunca irá me ver

Talvez você enxergue o que eu sou

Mas não quem eu realmente sou

Nem mesmo se olhar nas mais profundas cores de meus olhos

Mas não quero discutir agora a estranha beleza de ter um olho de cada cor

Quero apenas lhe apresentar a tristeza

A tristeza de ser você, e não poder me ver

- Dama da Noite

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Felicidade

Ame todas as pessoas que puder, nem que for por um segundo. O amor move o mundo.

Dance sozinho na rua com seu fone, foda-se os outros, os outros sempre vão julgar você.

 Vá em todas as festas que puder, um dia você só será convidado para velórios.

 Não se arrependa das coisas que fez, se arrependa por não ter feito o que quis.

 Abrace seus amigos sempre que os vir, nada une mais duas pessoas do que um bom abraço.

 Seja feliz com o que te faz feliz, a felicidade é a coisa mais importante do mundo.

- Dama da Noite